Nome do agente
Como esse agente é chamado?
Nome curto e memorável. Evite siglas internas.
Para times que vão construir o agente.
Use quando o projeto já foi aprovado e o time precisa alinhar arquitetura, dados, integrações e critérios de sucesso antes de escrever código.
Discoveries de IA aplicada tendem a começar pela ferramenta — escolha do modelo, framework, vector store. O que mais erra na transição entre PoC e produto não é o stack, é a definição do que o agente faz, o que ele não faz, e quem é dono quando ele erra.
Este canvas serve como um passo zero. Ele força conversas que normalmente só aparecem em produção: gatilho real, formato de saída, supervisão humana, critério de sucesso. Quanto mais cedo essas respostas existem por escrito, menos retrabalho.
Os dados ficam só no seu navegador. Nada sai daqui.
Quem vai operar o agente precisa estar na sala — desenvolvedor sênior, dono do processo, alguém de produto.
Cole no Notion, README ou PR para que vire registro vivo do projeto.
Como esse agente é chamado?
Nome curto e memorável. Evite siglas internas.
Quem responde por este agente em produção?
Pessoa, não time. Quem é acordado quando algo quebra.
Que problema esse agente resolve, em uma frase?
Se precisar de duas frases, o escopo ainda está vago.
O que muda no negócio quando esse agente funciona bem?
Métrica de receita, custo, tempo ou risco — escolha uma primária.
Que eventos disparam a execução do agente?
Evento de sistema, agendamento, chamada explícita, mensagem.
Que dados o agente precisa receber para começar?
Texto, JSON estruturado, IDs, contexto de sessão, anexos.
Quais passos o agente executa sozinho e onde o humano entra?
Marque cada passo como AGENTE, HUMANO ou REVISÃO. Pense supervisão antes de autonomia.
O que o agente entrega — e em que formato?
Texto, ação em sistema externo, decisão, recomendação, relatório.
Por onde o agente conversa com o mundo?
Chat, API, e-mail, webhook, sistemas internos. Liste todas as superfícies.
Que conhecimento o agente precisa acessar — e o que ele lembra?
Bases de RAG, memória de longo prazo, histórico de sessão, secrets.
Que ferramentas o agente pode chamar?
Tools, funções, MCPs, modelos especializados. Cada uma com escopo limitado.
Como saberemos que esse agente está funcionando?
Critérios mensuráveis. Acurácia, custo por execução, satisfação, taxa de fallback.